Ex-funcionária processa Murilo Benício e pedidos 'pessoais' são expostos
Mulher cobra fortuna ao ator pela Justiça do Trabalho; entenda o caso

Por Redação Clube FM - Brasília
- Atualizado
Por Mariana Morais
Uma ex-funcionária de Murilo Benício recorreu à Justiça do Trabalho para cobrar cerca de R$ 300 mil do ator.
A mulher afirma ter prestado serviços para o artista por aproximadamente nove anos e aponta uma série de supostas irregularidades na relação profissional, incluindo jornadas extensas, acúmulo de atribuições e pendências trabalhistas.
De acordo com informações da colunista Fábia Oliveira, a profissional teria sido admitida em 2015 para trabalhar como auxiliar de escritório.
O vínculo formal, segundo o relato apresentado na ação, teria terminado em 2018, mas ela continuaria exercendo atividades para o ator até 2024 sem registro na carteira de trabalho.
A lista de tarefas atribuídas à mulher, segundo fontes ouvidas pela coluna, teria ultrapassado as responsabilidades inicialmente previstas para o cargo.
Além das demandas relacionadas ao trabalho de Murilo, ela também teria atendido solicitações consideradas incomuns de integrantes da família do ator.
Entre os serviços mencionados estão tarefas supostamente solicitadas por Pietro Antonelli, filho de Murilo Benício e Giovanna Antonelli, que atualmente está no elenco da novela "Quem Ama Cuida".
A ex-funcionária teria sido acionada para resolver questões pessoais, como pagamento de contas e marcação de consultas médicas. Algumas dessas solicitações, ainda segundo as fontes, ocorreriam fora do horário comercial.
A mulher sustenta que esse conjunto de atividades caracteriza desvio e acúmulo de funções. A ação também questiona os valores recebidos durante o período trabalhado e aponta, segundo informações obtidas pela coluna, possíveis débitos relacionados ao encerramento da relação profissional.
O processo inclui ainda alegações de que Murilo, conhecido por interpretar Tufão em "Avenida Brasil", não teria quitado corretamente as verbas rescisórias.
A cobrança de aproximadamente R$ 300 mil estaria ligada, conforme o relato, a diferentes direitos trabalhistas que teriam ficado pendentes, entre eles horas extras e férias vencidas.










