Cauã Reymond revela como lida com as escolhas amorosas da filha
Ator contou que incentiva Sofia, de 14 anos, a levar namorado ou namorada para casa

Por Redação Clube FM - Brasília
- Atualizado
Por Redação Entretenimento - Portal UAI
Cauã Reymond falou sobre a relação com a filha, Sofia, de 14 anos, durante sua participação no programa “Angélica Ao Vivo”, do GNT.
Pai da adolescente com a atriz Grazi Massafera, o ator contou que procura manter um diálogo aberto com a jovem e respeitar as escolhas dela, inclusive em relação à sexualidade.
Durante a entrevista, Cauã lembrou de uma conversa em que deixou claro que Sofia poderia apresentar a ele um futuro namorado ou namorada
“Quando eu cheguei pra ela a primeira vez e falei: ‘Filha, eu quero que você traga a sua namorada ou seu namorado aqui pra casa’”, relatou.
O ator afirmou que nunca tentou direcionar as decisões da filha de acordo com suas próprias opiniões. “Eu nunca questionei, eu nunca impus o meu ponto de vista. Sempre deixei aberto, qualquer que seja a escolha dela”, declarou.
Para Cauã, receber os possíveis parceiros de Sofia em casa também é uma forma de acompanhar de perto a vida da adolescente.
“Eu quero que ela leve o namorado, a namorada dela, quem ela decidir, pra casa. Porque eu prefiro aumentar o som do meu quarto do que minha filha em outros lugares que eu não sei onde tá”, explicou.
Cauã Reymond fala sobre diferenças entre sua criação e a da filha
Na conversa, o ator também refletiu sobre como sua própria infância influenciou a maneira como exerce a paternidade. Segundo ele, a educação mais rígida que recebeu dos pais o levou a buscar uma abordagem diferente na criação de Sofia.
“Tem uma quebra de padrão da forma como os meus pais puderam ser comigo e a forma como eu me entrego como pai. Meu pai me educou de um jeito muito militar”, contou.
Cauã explicou que, ao longo dos anos, passou a valorizar uma postura mais afetuosa e cuidadosa na relação com a filha, inclusive prestando atenção ao tom de voz e à maneira de se comunicar.
“E eu fui desenvolvendo um jeito mais delicado, mais sutil, mais carinhoso, controlando, às vezes, o meu tom de voz e tentando não repetir o padrão de educação que eu tive. E, a partir daí, foi nascendo uma amizade”, afirmou.










